terça-feira, 2 de outubro de 2018
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
domingo, 30 de setembro de 2018
Os meus livros #55 - A outra metade de mim (Affinity Konor)
Sinopse
Pearl tem a seu cargo o triste, o bom, o passado. Stasha fica com o divertido, o future, o mau. Corre o ano de 1944 quando as gémeas chegam a Auschwitz com a mãe e o avô. No seu novo mundo, Pearl e Stasha Zamorski refugiam-se nas suas naturezas idênticas, encontrando conforto na linguagem privada e nas brincadeiras partilhadas da infância. As meninas fazem parte da população de gémeos para experiências conhecida como o Zoo de Mengele e, como tal, conhecem privilégios e horrores desconhecidos dos outros. Começam a mudar, a ver-se extirpadas das personalidades que em tempos partilharam, as suas identidades são alteradas pelo peso da culpa e da dor. Nesse inverno, num concerto orquestrado por Mengele, Pearl desaparece.
Stasha sofre a perda da irmã, mas agarra-se à possibilidade de que ela continue viva. Quando o campo é libertado pelo Exército Vermelho, ela e o companheiro Feliks - um rapaz que jurou vingança depois da morte do seu gémeo - atravessam a Polónia, um país agora destruído. Não os detêm a fome, os ferimentos e o caos que os rodeia, motivados como estão em igual medida pelo perigo e pela esperança. Encontram no seu caminho aldeões hostis, membros da resistência judaica e outros refugiados como eles, e continuam a sua viagem incentivados pela ideia de que Mengele pode ser apanhado e trazido à justiça. À medida que os jovens sobreviventes descobrem o que aconteceu ao mundo, tentam imaginar um futuro nele. Uma história extraordinária, contada numa voz que tem tanto de belo como de original, Mischling é um livro que desafia todas as expectativas, atravessando um dos momentos mais negros da história da humanidade para nos mostrar o caminho para a beleza, a ética e a esperança.
Além da aprendizagem, além da história, além da escrita, este é sobretudo um livro bonito.
sábado, 29 de setembro de 2018
Os meus livros #54 - Roubo Uma história de amor (Peter Carey)
Sinopse
«Não sei se a minha história tem dimensão suficiente para ser uma tragédia, embora tenha acontecido uma data de merdas. Não há dúvida de que é uma história de amor, mas isso só começou quando essas merdas já iam a meio, e aí já eu tinha ficado não só sem o meu filho de oito anos, como também sem a minha casa e o meu atelier em Sydney, onde noutros tempos tinha sido tão famoso quanto um pintor pode esperar ser na sua própria terra.» Assim começa o novo romance de Peter Carey, uma obra de grande intensidade, impudicamente divertida.
Narrada pelas vozes gémeas do artista Butcher Jones e de Hugh, o seu «irmão perturbado de 100 quilos», conta as aventuras e infortúnios de ambos depois de a queda dos preços dos quadros de Butcher e de o seu problema crescente com o álcool os obrigarem a retirar-se para o Norte da Nova Gales do Sul. Aí, o artista outrora famoso vê-se reduzido a ser o caseiro do seu principal coleccionador e a tomar conta do seu irmão errático. Mas numa noite de tempestade surge a misteriosa Marlene, calçando um par de Manolo Blahniks. Ao afirmar que o amigo e vizinho dos dois irmãos tem um Jacques Leibovitz autêntico, não tarda a desencadear uma série de acontecimentos que podem levá-los ao triunfo ou à ruína.
Uma aprendizagem sobre arte.
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Fashion Post
Separei aquilo que estou farta de usar daquilo que anseio, colori as minhas opções de tonalidades mais escuras, comprei peças que me fazem todo o sentido agora e vesti-me de Outono para lhe provar que é nele que me sinto em casa.
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
Talvez...
Talvez um dia me sobre o tempo obrigatoriamente em frente a um ecrã, talvez não me apeteça escrever, talvez as redes sociais já me tenham cansado há muito, talvez já tenha comprado livros suficientes para o próximo ano, talvez com esse tempo tente aprender a ler ebooks.
terça-feira, 25 de setembro de 2018
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
domingo, 23 de setembro de 2018
Os meus livros #53 - Um Homem chamado Ove (Fredrik Backman)
Sinopse
À primeira vista, Ove é o homem mais rabugento do mundo. Sempre foi assim, mas piorou desde a morte da mulher, que ele adorava. Agora que foi despedido, Ove decide suicidar-se. Mal sabe ele as peripécias em que se vai meter. Um jovem casal recém-chegado destrói-lhe a caixa de correio, o seu amigo mais antigo está prestes a ser internado a contragosto num lar, e um gato vadio dá-se a conhecer.
Ove vê-se obrigado a adiar o fim para ajudar a resolver, muito contrariado, uma série de pequenas e grandes crises. Este livro simultaneamente hilariante e encantador fala-nos de amizades inesperadas e do impacto profundo que podemos ter na vida dos outros.
Críticas de imprensa
«O livro mais cativante do ano.»
Booklist
«Tão emocionante e divertido quanto comovente.»
Daily Mail
«Uma história inspiradora, otimista e divertida sobre como a bondade, o amor e a felicidade podem ser encontrados onde menos se espera.»
Sunday Express
«Até o mais clássico leitor de ficção precisa de descontrair, e este é o livro ideal para aquelas tardes em que apenas quer o prazer da leitura.»
San Francisco Chronicle
«Uma leitura perfeita para os momentos de lazer.»
Evening Standard
Com uma escrita completamente fácil e uma leitura muito leve este livro faz-nos rir muito e até chorar. Difícil parar de ler.
sábado, 22 de setembro de 2018
Os meus livros #52 - Anna e o Homem Andorinha (Gavriel Savit)
Sinopse
Uma história sobre a perda da inocência perante a tragédia.
Ao longo da viagem, Anna e o Homem-Andorinha escaparão a bombas e a soldados e também farão amigos.
Mas, num mundo louco, tudo pode ser um perigo.
Também o Homem-Andorinha. «Este romance profundamente comovente une, de forma magistral, a doçura infantil com o fundo cruel e inumano da Segunda Guerra Mundial.»
Publishers Weekly.
Para quem é apaixonado por leitura o tema da Segunda Guerra Mundial é recorrente e de certa forma até apaixonante. Este é um livro que dentro do tema consegue ser completamente diferente.
sexta-feira, 21 de setembro de 2018
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
A arte de arruinar as capas dos livros - Parte 1
Queridas editoras, sabendo vocês que as pessoas que gostam a sério de ler também gostam a sério de livros, sabendo vocês que a maior parte dessas pessoas tem por esses mesmos livros uma grande paixão, sabendo vocês que um livro é composto de cheiro, de imagem, de toque, de capa, de cor, de páginas, de letras, de capítulos, de frases, de amor, sabendo vocês que os livros fazem parte da vida dessas pessoas, sabendo vocês que cada pormenor conta, sabendo vocês que essas pessoas compram pelo autor, compram pelo título, compram pela capa, compram pela imagem, compram por instinto, compram porque sim, compram com carinho, compram por paixão, sabendo vocês que tudo isto é importante para nós e sabendo vocês que a capa do livro tem de dizer muito sobre ele PORQUE CARALHO CONTINUAM A ARRUINAR AS CAPAS DOS LIVROS sempre que sai um filme do mesmo? PORQUÊ? PORQUÊ?
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Adenda ao post anterior
Querido diário, acabo de descobrir que tenho um braço cheio de picos. Também sentia imenso a falta desta fantástica sensação.
Com Amor,
Da sempre tua,
Loira TT
Loira no seu território natural
Depois de um período a pedalar somente pelas estradas deste meu mundo, voltei finalmente aos trilhos, à terra, ao pó, às pedras para subir e descer, aos rios e riachos para passar, às descidas técnicas e às subidas a ritmo lento, ao mato e brevemente à lama. Estava cansada e sem forças, não tinha vontade nem energia, tinha dores e desistir a determinada altura pareceu-me até uma possibilidade, mas achei que como sempre, independentemente de tudo, tinha de cumprir o trajecto e chegar à meta. Foi isso que aconteceu, cheguei morta, mas feliz, tinha um sorriso e a cara suja, diverti-me como há muito não acontecia e percebi, mais uma vez, que sou uma Loira todo o terreno. Tinha saudades de tudo, mas o que mais me fazia falta era sem qualquer dúvida ficar com os braços e pernas cheios de nódoas negras e arranhões. Estou de volta ao meu território natural, é bom estar onde me sinto realmente em casa.
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
domingo, 16 de setembro de 2018
Os meus livros #51 - Um, Dó. Li, Tá (M. J. Arlidge)
Sinopse
Uma jovem rapariga surge dos bosques após sobreviver a um rapto aterrador. Cada mórbido pormenor da sua história é verdadeiro, apesar de incrível. Dias mais tarde é descoberta outra vítima que sobreviveu a um rapto semelhante.
As investigações conduzem a um padrão: há alguém a raptar pares de pessoas que depois são encarcerados e confrontados com uma escolha terrível: matar para sobreviver, ou ser morto.
À medida que mais situações vão surgindo, a detetive encarregada deste caso, Helen Grace, percebe que a chave para capturar este monstro imparável está nos sobreviventes. Mas a não ser que descubra rapidamente o assassino, mais inocentes irão morrer…
Um jogo perigoso e mortal num romance de estreia arrebatador e de arrasar os nervos, que lembra filmes como Saw — Enigma Mortal e A Conspiração da Aranha.
Críticas de imprensa
«M. J. Arlidge vai ser tão grande como Jo Nesbø.»
Judy Finnigan, apresentadora britânica de televisão
«M. J. Arlidge criou uma heroína genuinamente nova não nos poupa a nenhum dos detalhes mais sombrios, tecendo-os numa teia que arrepia o leitor até aos ossos.»
Daily Mail
«Com uma orquestração majestosa e uma tensão brutal e cinematográfica, o romance de estreia de M. J. Arlidge agarra o leitor da primeira à última página.»
Crimetime
«Esta estreia tensa de ritmo alucinante é verdadeiramente excelente.»
The Sun
«Espantoso.»
Richard Madeley, apresentador britânico de televisão
Para quem gosta de policiais este é um óptimo livro, não se consegue parar de ler e surpreende até ao fim, altura em que só apetece ler mais sobre as personagens.
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