quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
terça-feira, 8 de janeiro de 2019
2018, o grande post
Comecei o ano a fazer as contagens e as listas do ano anterior, como sempre, quilómetros, livros, páginas, palavras, preciso disso para começar novas listas. Em Janeiro li, pedalei, deliciei-me com a minha Alice, acabada de chegar e passei por tanto frio que lhe chamei paixão.
Em Fevereiro subi ao pódio, fiz anos e meti-me em grandes aventuras. Cheguei à conclusão que adoro as segundas feiras, dia mundial do descanso para a Loira.
Em Março vi-me feita de páginas, fiz planos e descobri o meu lado mais humano, inspirei-me um pouco no meio da falta de inspiração constante.
Em Abril deliciei-me com as minhas Marias, gatas da minha vida, que amo de paixão, cada dia mais. Pensei, pela primeira vez na minha vida que não seria capaz de voltar a casa vinda das minhas montanhas. Fiz planos para matar a Susana porque me apresentou um grupo de venda de livros, mal eu sabia que a seguir vinham os leilões. Passei horas felizes e cheguei à conclusão que os lugares são aquilo que fazemos deles. Como sempre, subi montanhas, fui feliz e desafiei os meus limites.
Em Maio cheguei à conclusão que tinha tudo o que queria para ser feliz, duas gatas, duas bicicletas e muitos livros, só me faltava mais tempo, descobri que eu própria sou o meu maior desafio e que a minha maior riqueza foi o lixo de alguém, preparei o alforge e parti.
O alforge cedeu pelo Caminho, tive de arranjar alternativa e decidi casar com uma mochila pela qual me apaixonei, demorou a chegar mas trouxe-me a mochila este final de ano, para que tudo fizesse sentido para mim. O Caminho de Junho, apesar se ser bom não me completou, não me mostrou nada de novo, não me deixou de alma leve e embora nesta altura eu ainda não conseguisse ver, isso só podia ser sinal de grandes mudanças para mim. Em Junho fui o dorsal número um num gesto de carinho enorme vindo de pessoas muito especiais para mim. Em Junho comecei a ter sede de viver e a questionar quem sou afinal.
Em Julho percebi que voava e esqueci-me de escrever, 2018 foi um ano em que escrevi muito pouco. Fiz a minha primeira prova de bicicleta de estrada e fui muito feliz. Julho trouxe-me a primeira despedida do ano, virei costas e fui embora, sem olhar para trás.
Em Agosto fez dois anos da grande aventura que mudou a minha vida, achava-me completamente apaixonada, fui de férias, não as que idealizei ou teria escolhido, mas aquelas que tinha de ser. Em Agosto comecei a perder a força fisicamente.
Em Setembro voltei ao mundo real, comprei estantes e organizei os meus livros, já podia comprar mais livros e assim fiz, festejei um ano com companhia de quatro patas, aprendi a ler ebooks e vesti-me de Outono.
Em Outubro chegou a Glória à minha vida, a nova bicicleta de montanha que me acompanhará nos trilhos da vida e esta foi a grande surpresa deste ano.
Novembro trouxe-me a segunda e grande despedida de 2018 e sobre este mês não há muito mais a dizer.
Comecei Dezembro sozinha, eu, a Glória em cima do carro e uma grande aventura pela frente, ter partido em direcção a estes dias foi muito importante para mim, foi lá que descobri que não estava a perder a força física, exames, medicação e nada em concreto eram afinal só tristeza, foi lá que percebi que tinha toda a força do mundo, comecei a sentir-me a Loira no mundo das montanhas novamente e a subir cada uma como se tivesse perdido o peso de um alforge demasiado pesado numa viagem demasiado longa. Foi um mês de reflexão e o os últimos dias trouxeram-me uma confirmação que me fez deixar o passado em 2018 e começar 2019 feliz e de alma leve. Em Dezembro tive um acidente de carro. Em Dezembro as pessoas acolheram-me como nunca. Em Dezembro fiz uma longa caminhada para me sentir em casa. Em Dezembro desafiei-me a acabar o ano com cem livros lidos e com o Festive 500 cumprido e consegui. Dezembro abriu-me portas e janelas, mostrou-me novos horizontes e fez-me ver, conhecer e fazer, foi um mês cheio, como eu, como já não vivia há muito.
Escolho ano após ano uma palavra que descreve o ano que passou para mim, 2018 não tem palavra, tem um ensinamento que não vou esquecer mais. Onde não estiveres feliz não te demores.
2019 é meu e tem milhões de possibilidades para me oferecer, vou aproveitar cada uma delas, porque só assim é que sinto que a minha pele é a minha casa.
Em Fevereiro subi ao pódio, fiz anos e meti-me em grandes aventuras. Cheguei à conclusão que adoro as segundas feiras, dia mundial do descanso para a Loira.
Em Março vi-me feita de páginas, fiz planos e descobri o meu lado mais humano, inspirei-me um pouco no meio da falta de inspiração constante.
Em Abril deliciei-me com as minhas Marias, gatas da minha vida, que amo de paixão, cada dia mais. Pensei, pela primeira vez na minha vida que não seria capaz de voltar a casa vinda das minhas montanhas. Fiz planos para matar a Susana porque me apresentou um grupo de venda de livros, mal eu sabia que a seguir vinham os leilões. Passei horas felizes e cheguei à conclusão que os lugares são aquilo que fazemos deles. Como sempre, subi montanhas, fui feliz e desafiei os meus limites.
Em Maio cheguei à conclusão que tinha tudo o que queria para ser feliz, duas gatas, duas bicicletas e muitos livros, só me faltava mais tempo, descobri que eu própria sou o meu maior desafio e que a minha maior riqueza foi o lixo de alguém, preparei o alforge e parti.
O alforge cedeu pelo Caminho, tive de arranjar alternativa e decidi casar com uma mochila pela qual me apaixonei, demorou a chegar mas trouxe-me a mochila este final de ano, para que tudo fizesse sentido para mim. O Caminho de Junho, apesar se ser bom não me completou, não me mostrou nada de novo, não me deixou de alma leve e embora nesta altura eu ainda não conseguisse ver, isso só podia ser sinal de grandes mudanças para mim. Em Junho fui o dorsal número um num gesto de carinho enorme vindo de pessoas muito especiais para mim. Em Junho comecei a ter sede de viver e a questionar quem sou afinal.
Em Julho percebi que voava e esqueci-me de escrever, 2018 foi um ano em que escrevi muito pouco. Fiz a minha primeira prova de bicicleta de estrada e fui muito feliz. Julho trouxe-me a primeira despedida do ano, virei costas e fui embora, sem olhar para trás.
Em Agosto fez dois anos da grande aventura que mudou a minha vida, achava-me completamente apaixonada, fui de férias, não as que idealizei ou teria escolhido, mas aquelas que tinha de ser. Em Agosto comecei a perder a força fisicamente.
Em Setembro voltei ao mundo real, comprei estantes e organizei os meus livros, já podia comprar mais livros e assim fiz, festejei um ano com companhia de quatro patas, aprendi a ler ebooks e vesti-me de Outono.
Em Outubro chegou a Glória à minha vida, a nova bicicleta de montanha que me acompanhará nos trilhos da vida e esta foi a grande surpresa deste ano.
Novembro trouxe-me a segunda e grande despedida de 2018 e sobre este mês não há muito mais a dizer.
Comecei Dezembro sozinha, eu, a Glória em cima do carro e uma grande aventura pela frente, ter partido em direcção a estes dias foi muito importante para mim, foi lá que descobri que não estava a perder a força física, exames, medicação e nada em concreto eram afinal só tristeza, foi lá que percebi que tinha toda a força do mundo, comecei a sentir-me a Loira no mundo das montanhas novamente e a subir cada uma como se tivesse perdido o peso de um alforge demasiado pesado numa viagem demasiado longa. Foi um mês de reflexão e o os últimos dias trouxeram-me uma confirmação que me fez deixar o passado em 2018 e começar 2019 feliz e de alma leve. Em Dezembro tive um acidente de carro. Em Dezembro as pessoas acolheram-me como nunca. Em Dezembro fiz uma longa caminhada para me sentir em casa. Em Dezembro desafiei-me a acabar o ano com cem livros lidos e com o Festive 500 cumprido e consegui. Dezembro abriu-me portas e janelas, mostrou-me novos horizontes e fez-me ver, conhecer e fazer, foi um mês cheio, como eu, como já não vivia há muito.
Escolho ano após ano uma palavra que descreve o ano que passou para mim, 2018 não tem palavra, tem um ensinamento que não vou esquecer mais. Onde não estiveres feliz não te demores.
2019 é meu e tem milhões de possibilidades para me oferecer, vou aproveitar cada uma delas, porque só assim é que sinto que a minha pele é a minha casa.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
domingo, 6 de janeiro de 2019
Os meus Livros #100 - O Apelo da Selva (Jack London)
Sinopse
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma.
Metade São Bernardo, metade Collie, Buck é afastado da sua vida confortável como animal de estimação na Califórnia e vendido a comerciantes de cães. Depressa se vê a bordo de um navio, a caminho do Norte do Canadá, onde, após inúmeros maus tratos, acaba por ser salvo por John Thornton. Em dívida para com o seu novo dono, Buck permanece ao lado de Thornton, no entanto, Buck não consegue resistir ao apelo da Natureza.
Emocionante e cheio de ação, O Apelo da Selva explora a relação intemporal entre homem e cão, e os inevitáveis instintos primitivos que atraem Buck para longe da civilização e do homem, em direção a regiões inóspitas e selvagens.
E assim terminou 2018, com um livro intemporal.
Livro recomendado para o 3º ciclo, destinado a leitura autónoma.
Metade São Bernardo, metade Collie, Buck é afastado da sua vida confortável como animal de estimação na Califórnia e vendido a comerciantes de cães. Depressa se vê a bordo de um navio, a caminho do Norte do Canadá, onde, após inúmeros maus tratos, acaba por ser salvo por John Thornton. Em dívida para com o seu novo dono, Buck permanece ao lado de Thornton, no entanto, Buck não consegue resistir ao apelo da Natureza.
Emocionante e cheio de ação, O Apelo da Selva explora a relação intemporal entre homem e cão, e os inevitáveis instintos primitivos que atraem Buck para longe da civilização e do homem, em direção a regiões inóspitas e selvagens.
E assim terminou 2018, com um livro intemporal.
Os meus livros #99 - As Onze Mil Vergas (Guillaume Apollinaire)
Sinopse
Guillaume
Apollinaire foi um dos maiores poetas modernas de língua francesa, um
homem erudito e culto, presente em todos os movimentos de vanguarda até à
morte, em Paris, no ano de 1918. O presente livro circulou durante
muitos anos em edições clandestinas, mas acabou por encontrar um lugar,
de corpo inteiro, na obra de Apollinaire. Ninguém deixará de reconhecer o
seu espírito num livro tão monstruoso como ternamente erótico.
Quando me dizem que um livro foi proibido algures na história quero sempre ler, este contém linguagem chocante e é altamente pornográfico.
Quando me dizem que um livro foi proibido algures na história quero sempre ler, este contém linguagem chocante e é altamente pornográfico.
Os meus Livros #98 - Destroços (Emily Bleeker)
Sinopse
Lillian
Linder é uma mentirosa. À superfície, aparenta ser a sobrevivente
corajosa de um acidente de avião. Mas tem vindo a mentir à sua família e
ao resto do mundo desde que os helicópteros de salvamento a resgataram a
si e a Dave, outro sobrevivente, de uma ilha deserta no Pacífico Sul.
Desaparecidos durante dois anos, tornaram-se estrelas e recebem as
atenções de toda a imprensa. Mas nunca poderão contar a verdadeira
história…
O público está fascinado por ambos, mas Lillian e Dave têm de regressar às suas vidas e esposos. Genevieve Randall, uma jornalista experiente e obstinada, suspeita que a história pode ser falsa e está determinada a desvendar a verdade a qualquer custo, mesmo que implique destruir as vidas de Lillian e Dave. Uma história eletrizante que nos faz questionar a importância da sobrevivência, tanto no meio da natureza selvagem como sob os holofotes da imprensa implacável.
Destroços deixou muito a desejar, talvez seja o meu estado de espírito, mas não consegui ligar-me ao livro, à história e aos personagens.
O público está fascinado por ambos, mas Lillian e Dave têm de regressar às suas vidas e esposos. Genevieve Randall, uma jornalista experiente e obstinada, suspeita que a história pode ser falsa e está determinada a desvendar a verdade a qualquer custo, mesmo que implique destruir as vidas de Lillian e Dave. Uma história eletrizante que nos faz questionar a importância da sobrevivência, tanto no meio da natureza selvagem como sob os holofotes da imprensa implacável.
Destroços deixou muito a desejar, talvez seja o meu estado de espírito, mas não consegui ligar-me ao livro, à história e aos personagens.
sábado, 5 de janeiro de 2019
Os meus livros #97 - A incrível e Triste História da Cândida Eréndira e da Sua Avó Desalmada (Gabriel García Márquez)
Sinopse
Bem ao estilo de Gabriel García Márquez, este livro reúne sete histórias mágicas que reflectem a cultura sul-americana. As primeiras, um conjunto de seis contos fantásticos onde se misturam acontecimentos surreais e detalhes do quotidiano, contam-nos as alterações sofridas por pequenas e pobres povoações após estranhos acontecimentos que mudam a vida de todos os habitantes. A última, a novela curta que dá título ao livro, conta a história de Eréndira, uma adolescente obrigada a prostituir-se pela própria avó para a recompensar das perdas decorrentes de um incêndio acidental - um bizarro mas poderoso exemplo do realismo mágico de García Márquez.
Gabriel García Márquez é Gabriel García Márquez, sou apaixonada por tudo o que ele escreve.
Os meus Livros #96 - Pequenos Fogos em Todo o Lado (Celeste Ng)
Sinopse
"Não
seria fantástico se Reese Witherspoon lesse o meu livro, comprasse os
direitos de adaptação para série e a protagonizasse?", perguntou Celeste
Ng ao marido enquanto assistia à série Big Little Lies. e o fantástico
aconteceu.
Pequenos Fogos em Todo o Lado está há 25 semanas no top de vendas do New York Times, depois de ter sido nomeado livro do ano por vários jornais e revistas norte-americanos, e irá ser adaptado a série televisiva por Reese Witherspoon e Kerry Washington.
Pequenos Fogos em Todo o Lado está há 25 semanas no top de vendas do New York Times, depois de ter sido nomeado livro do ano por vários jornais e revistas norte-americanos, e irá ser adaptado a série televisiva por Reese Witherspoon e Kerry Washington.
Críticas
«Um livro maravilhoso. Divertido, inteligente e sensível.» Paula Hawkins
«Provavelmente o meu livro favorito do ano.» John Green
«Um livro espantoso.» Matt Haig
«Peguei no livro e não o consegui largar.» Jodi Picoult
«Provavelmente o meu livro favorito do ano.» John Green
«Um livro espantoso.» Matt Haig
«Peguei no livro e não o consegui largar.» Jodi Picoult
Críticas de imprensa
«Uma história intensa e emocionante.» The Times
Este livro é viciante, depois de começar a ler não consegui parar mais.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
#festive500
O Festive 500 é um desafio a nível mundial promovido pela Rapha através do Strava e que consiste em pedalar 500 km em 8 dias, entre o Natal e o Ano Novo. Há muito tempo que sonho cumprir este desafio e este final de ano tudo se proporcionou para que eu terminasse 2018 de pernas duras, sorriso no rosto e alma leve. Desafio cumprido. Vi paisagens incríveis, almocei refeições deliciosas, aproveitei de muito boa companhia, desafiei os meus limites em termos de quilómetros e bati recordes pessoais. No final, 500 km era pouco e fui pedalar um pouco mais. 2018 não podia terminar de melhor maneira, foram dias muito felizes estes.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Tempo de ver
Tempo de ouvir
Tempo de partilhar
Ando por estes dias completamente apaixonada, sempre gostei dos Queen, que, como a tantos, marcaram muitos momentos da minha vida, mas o filme deu-me a volta e deixou-me a suspirar pelos cantos, resgatei CD's antigos, vejo vídeos dos concertos e no escritório só toca Queen. Bohemian Rhapsody é imperdível e foi a melhor maneira de fechar o meu ano.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
Em 2018 só preciso de... mais uns dias
Com o final do ano a aproximar-se e a contagem dos livros lidos a chegar aos três dígitos propus a mim própria que este seria o ano dos cem. Seria o ano em que fecharia a mais longa contagem de sempre. Faltam-me exactamente cinco livros para isso.
Desafiei-me também, se a meteorologia colaborar, a cumprir o #Festive500, um desafio em grande escala, que consiste em pedalar quinhentos quilómetros entre o Natal e o Ano Novo.
Acontece que o final de 2018 além de ser desafiante também me abriu horizontes e me está a mostrar um lado do mundo até agora desconhecido para mim, que me ocupa parte dos dias e das noites e entre viver tudo isso e os bocejos que me provoca não sei onde arranjar dias nos meus dias para poder cumprir tudo aquilo a que me proponho, a que me desafio.
Em 2018 só preciso de... mais uns dias. E de acompanhar-me a mim própria, já que acho que sou sempre capaz de tudo. E sou... mas só depois de bocejar outra vez.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
domingo, 16 de dezembro de 2018
Os meus Livros #95 - O corpo dela e outras partes (Carmen Maria Machado)
Sinopse
Um livro-sensação sobre a condição feminina.
Uma mulher recusa deixar o marido tirar-lhe o misterioso laço verde que ela traz ao pescoço, é um pedaço sagrado, inviolável, de si e ninguém pode tocar-lhe. Outra mulher, isolada numa ilha enquanto uma praga aniquiladora se espalha pela Terra, lista os seus encontros sexuais ao longo da vida, tentando identificar aquele que a condenou. Há ainda uma outra epidemia que torna invisíveis algumas mulheres (sobretudo as jovens e bonitas), que depois reaparecem numa loja de vestidos num centro comercial, assombrando a empregada de balcão.
As narrativas destas páginas misturam géneros, combinam realidade e cultura popular com mito, folclore e fábula, e assim desafiam fronteiras, questionam o género como identidade, e pelo caminho contribuem para mapear a vida das mulheres, a sua força e vulnerabilidade, os seus apetites e compulsões, as suas transgressões e agressões.
Histórias terrenas e surreais, excêntricas e sensuais, alegres e cáusticas, cómicas e profundamente sérias, em que o corpo pode ser inconsequente, os humanos podem ser monstros, e a raiva pode ser erótica. O corpo dela e outras partes é uma visão simultaneamente sombria e luminosa, simples e extravagante, sobre o mundo no feminino, estendendo ao leitor um espelho ligeiramente distorcido do mundo que conhecemos e um convite a repensarmos as escolhas e relações que nos definem.
UM DOS MELHORES LIVROS DO ANO 2017: Barnes & Noble * Book Riot * Boston Globe * Chicago Review of Books * Elle * Huffington Post * Kirkus Reviews * Library Journal * Los Angeles Times * New York Times * Paris Review * Publishers Weekly * Washington Post * Esquire
Uma mulher recusa deixar o marido tirar-lhe o misterioso laço verde que ela traz ao pescoço, é um pedaço sagrado, inviolável, de si e ninguém pode tocar-lhe. Outra mulher, isolada numa ilha enquanto uma praga aniquiladora se espalha pela Terra, lista os seus encontros sexuais ao longo da vida, tentando identificar aquele que a condenou. Há ainda uma outra epidemia que torna invisíveis algumas mulheres (sobretudo as jovens e bonitas), que depois reaparecem numa loja de vestidos num centro comercial, assombrando a empregada de balcão.
As narrativas destas páginas misturam géneros, combinam realidade e cultura popular com mito, folclore e fábula, e assim desafiam fronteiras, questionam o género como identidade, e pelo caminho contribuem para mapear a vida das mulheres, a sua força e vulnerabilidade, os seus apetites e compulsões, as suas transgressões e agressões.
Histórias terrenas e surreais, excêntricas e sensuais, alegres e cáusticas, cómicas e profundamente sérias, em que o corpo pode ser inconsequente, os humanos podem ser monstros, e a raiva pode ser erótica. O corpo dela e outras partes é uma visão simultaneamente sombria e luminosa, simples e extravagante, sobre o mundo no feminino, estendendo ao leitor um espelho ligeiramente distorcido do mundo que conhecemos e um convite a repensarmos as escolhas e relações que nos definem.
UM DOS MELHORES LIVROS DO ANO 2017: Barnes & Noble * Book Riot * Boston Globe * Chicago Review of Books * Elle * Huffington Post * Kirkus Reviews * Library Journal * Los Angeles Times * New York Times * Paris Review * Publishers Weekly * Washington Post * Esquire
Críticas de imprensa
«Uma peça de ficção do outro mundo, coberta de lantejoulas e escamas…» New York Times
«Machado usa uma lente vívida e original para mostrar a luta das mulheres por um lugar. Surpreendente!» The New Yorker
«Um talento extraordinário que capta uma verdade vital mas até agora pouco falada sobre as mulheres.» Los Angeles Times
«Nestas páginas, carregadas de um feminismo musculado, o corpo da mulher está envolto em sexo, poder, prazer e dor. Machado cria uma alquimia feroz.» The Boston Globe
«Brilhante e inquietante… Machado está ao nível de Shirley Jackson e Margaret Atwood, e emprega todos os seus incríveis talentos para construir estas histórias sobre o tecido de que é feita a vida das mulheres.» Financial Times
«A fibra de Machado brilha nestas histórias que nunca são o que parecem e se revelam muito difíceis de esquecer.» Independent
«Simultaneamente excitantes e assustadoras, estas histórias abalam e encantam.» Chicago Tribune
«Machado esquece os tabus e trata a sexualidade das mulheres com lirismo e franqueza… Estas histórias são profundamente feministas, mas não de forma dogmática, revelando os momentos em que começamos a temer os nossos desejos e a desejar o que mais tememos.» Slate
«Nestas páginas está uma belíssima reflexão sobre o mundo em que vivemos, mas nelas tudo é um pouco mais sombrio, um pouco mais estranho, um pouco mais violento, e um pouco mais mágico do que aquilo a que estamos habituados.» Nylon
«Uma jóia literária e um manual de escrita num só livro. É um livro sem medo, que não será esquecido.» Los Angeles Review of Books
«Machado escreve com fúria e subtileza. Um primeiro livro excepcional, original e comovente.» Kirkus Reviews
«Machado cria mundos assustadores e diferentes, que espelham o nosso mundo, conseguindo com isso desafiar e comover o leitor.» Publishers Weekly
«A escrita é lírica, a narração é directa e refrescante, e o sexo abunda. Um livro que nos leva a repensar as escolhas e relações da nossa vida.»Booklist
«Uma nova voz literária, altamente recomendada.» Library Journal
Nada daquilo que eu estava à espera.
«Machado usa uma lente vívida e original para mostrar a luta das mulheres por um lugar. Surpreendente!» The New Yorker
«Um talento extraordinário que capta uma verdade vital mas até agora pouco falada sobre as mulheres.» Los Angeles Times
«Nestas páginas, carregadas de um feminismo musculado, o corpo da mulher está envolto em sexo, poder, prazer e dor. Machado cria uma alquimia feroz.» The Boston Globe
«Brilhante e inquietante… Machado está ao nível de Shirley Jackson e Margaret Atwood, e emprega todos os seus incríveis talentos para construir estas histórias sobre o tecido de que é feita a vida das mulheres.» Financial Times
«A fibra de Machado brilha nestas histórias que nunca são o que parecem e se revelam muito difíceis de esquecer.» Independent
«Simultaneamente excitantes e assustadoras, estas histórias abalam e encantam.» Chicago Tribune
«Machado esquece os tabus e trata a sexualidade das mulheres com lirismo e franqueza… Estas histórias são profundamente feministas, mas não de forma dogmática, revelando os momentos em que começamos a temer os nossos desejos e a desejar o que mais tememos.» Slate
«Nestas páginas está uma belíssima reflexão sobre o mundo em que vivemos, mas nelas tudo é um pouco mais sombrio, um pouco mais estranho, um pouco mais violento, e um pouco mais mágico do que aquilo a que estamos habituados.» Nylon
«Uma jóia literária e um manual de escrita num só livro. É um livro sem medo, que não será esquecido.» Los Angeles Review of Books
«Machado escreve com fúria e subtileza. Um primeiro livro excepcional, original e comovente.» Kirkus Reviews
«Machado cria mundos assustadores e diferentes, que espelham o nosso mundo, conseguindo com isso desafiar e comover o leitor.» Publishers Weekly
«A escrita é lírica, a narração é directa e refrescante, e o sexo abunda. Um livro que nos leva a repensar as escolhas e relações da nossa vida.»Booklist
«Uma nova voz literária, altamente recomendada.» Library Journal
Nada daquilo que eu estava à espera.
sábado, 15 de dezembro de 2018
Os meus Livros #94 - As Regras da Casa da Sidra (John Irving)
A
odisseia de Homer Wells começa no meio dos pomares de macieiras do
Maine rural. Sendo a mais velha das crianças do orfanato de St Cloud’s
que não chegaram a ser adotadas, Homer estabelece uma amizade profunda e
invulgar com Wilbur Larch, o fundador do orfanato - um homem de rara
compaixão viciado em éter. O que Homer aprende com Wilbur leva-o desde a
sua primeira aprendizagem de cirurgia no orfanato até uma vida adulta à
frente de uma fábrica de sidra e a uma estranha relação com a mulher do
seu melhor amigo.
Críticas de imprensa
«É difícil definir As Regras das casa da Sidra e é impossível não o admirar.» Daily Telegraph
«Mai divertido do que O Estranho Mundo de Garp […] é uma história de leitura irresistível narrada pela voz de um mestre.» Time Out
«Jonh Irving já foi comparado a Kurt Vonnegut e J. D. Salinger, mas é possivelmente mais inventivo do que qualquer um deles. Sarcástico, lacónico, cria as suas personagens com uma economia que deriva da sensibilidade em relação às palavras e da mestria da sua arte. Este livro soberbamente original é para ler e recordar.» The Times
«Tal como o resto da ficção de Irving, é muitas vezes desconcertante, mas sempre estimulante e provocador.» Observer
«Mai divertido do que O Estranho Mundo de Garp […] é uma história de leitura irresistível narrada pela voz de um mestre.» Time Out
«Jonh Irving já foi comparado a Kurt Vonnegut e J. D. Salinger, mas é possivelmente mais inventivo do que qualquer um deles. Sarcástico, lacónico, cria as suas personagens com uma economia que deriva da sensibilidade em relação às palavras e da mestria da sua arte. Este livro soberbamente original é para ler e recordar.» The Times
«Tal como o resto da ficção de Irving, é muitas vezes desconcertante, mas sempre estimulante e provocador.» Observer
Tão bom que as suas 750 páginas se lêem num abrir e fechar de olhos.
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