sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Os meus livros #8 - As Mulheres de Summerser Abbey (T. J. Brown)

Sinopse
Centrado na vida de três jovens que procuram encontrar o rumo para o seu futuro, As Mulheres de Summerset Abbey é um romance histórico que retrata com rigor e pormenor os hábitos de uma classe e estilo de vida. Trata-se de uma história apaixonante ambientada numa das épocas mais fascinantes da história europeia.
 
Sir Philip Buxton criou três jovens num lar que desafiava a tradição. A filha mais velha, Rowena, aprendeu a dar valor às pessoas, não à sua riqueza ou posição social. Mas tudo aquilo em que acreditava vai ser testado na sequência da morte do pai, quando ela, a irmã e a sua amiga Prudence são forçadas a mudar-se para a propriedade do tio, Summerset Abbey.

Fisicamente frágil, mas com uma mente viva e ágil, Victoria sonha em frequentar a universidade e tornar-se botânica, à semelhança do pai. Mas este não é o único sigilo de Victoria, que acaba por descobrir um segredo de família que, se for revelado, tem o potencial de mudar várias vidas para sempre…

Prudence cresceu feliz ao lado de Rowena e Victoria, e o laço que as une é tão forte como se fossem irmãs. Mas ela é a filha da governanta e para o lorde de Summerset isso faz com que seja apenas mais uma entre os criados da propriedade. Prudence fica dividida entre dois mundos: o dos privilegiados e o dos criados, sem saber verdadeiramente qual o seu lugar no mundo.




Depois de ler a Sinopse não há muito mais a dizer, a não ser que As Mulheres de Summerset Abbey me veio parar às mãos numa troca com promoção e que quando o trouxe para casa nunca imaginei gostar tanto dele. Este é o livro ideal para quem gosta de contos históricos.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Os meus livros #7 - Fetiche (Tara Moss)



Sinopse


Makedde Vanderwall é estudante de Psicologia Forense e, nas horas vagas, modelo internacional. Contactada pela agência para realizar alguns trabalhos de moda e relançar a sua carreira, viaja até Sydney, aproveitando a oportunidade para visitar a sua melhor amiga, Catherine Gerber. Mas as passarelas e as intrigas do mundo da moda depressa perdem importância quando Mak tropeça literalmente no corpo mutilado da amiga. Catherine é a mais recente vítima do «assassino dos stilettos», um homicida cruel que sequestra as suas presas e as tortura, para em seguida as matar. Incapaz de se afastar da investigação, Mak ver-se-á enredada num mortífero jogo do gato e do rato, longe de saber que ela própria se tornou na obsessão de um sádico psicopata...





Quando estou muito cansada escolho livros que não leria noutras circunstâncias. Este é um policial bastante básico mas que foi óptimo para aqueles dias em que sabe mesmo bem ler palha. 

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Os meus livros #6 - Dois irmãos (Milton Hatoum)

Sinopse
 Em Manaus, grande porto nas margens do rio Negro, na Amazónia, vivem-se as décadas douradas de Febre da Borracha, no dealbar do século XX. Na casa da família de Halim, a convulsão é de outra natureza. Yaqub e Omar são gémeos idênticos, nascidos no seio de uma família de origem libanesa. Parecem-se muito, mas por dentro são diametralmente diferentes. Yaqub é silencioso e introspectivo e passa o tempo com a cabeça enfiada em livros. Por seu lado, Omar, o preferido da mãe, é de caracter alegre e impulsivo. Une-os - ou separa-os - a paixão pela mesma mulher e a disputa pelo amor dos pais. Depois de alguns anos a viver no Libano, Yaqub regressa ao Brasil e instala-se numa vida de sucesso. Omar, pelo contrário, entre numa espiral de vícios, rancores, conflitos insolúveis e relações incestuosas. Há ainda Nael, filho da empregada da casa. Também ele tem os seus fantasmas e tenta, na busca, pela identidade do pai, reconstruir o seu passado. É ele quem nos conta a história do lento declínio da família, numa casa que se desfaz, imersa no sufocante calor da Amazónia, num quotidiano minado pela paixão, a vingança e o incesto. Da autoria das vozes maiores da literatura brasileira contemporânea, Dois Irmãos é uma tapeçaria de personagens inesquecíveis, um retrato vibrante de uma cidade e de um país em mudança, uma reflexão sobre o futuro que é possível reconstruir a partir das ruínas.



Uma grande história que não me conseguiu prender completamente por ser escrita em Português do Brasil. Mea culpa. 

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Os meus livros #5 - Todo começo é Involuntário (Maria Isabel Moura)

 

Sinopse


Um romance frontalmente erótico, sim, escrito, assumido por uma mulher, que nos franqueia sem ambages o universo dos desejos, das práticas, dos prazeres femininos. Aliás na fronteira entre erotismo e pornografia, que é aliás difusa e mais ou menos convencional, para não dizer hipócrita. O que chama este romance para o terreno da literatura, salvando-o de qualquer semelhança com simples relatos de cama desenvoltos, é a qualidade da escrita. Em termos muito simples, Maria Isabel Moura é uma contadora de histórias da linha de Sade, de Henry Miller, de Anais Nin.








Uma mistura de romance, de erotismo e de pornografia que me veio parar às mãos por acaso e que mostra muito da psicologia humana. 

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Os meus livros #4 - Mulherzinhas (Louisa May Alcott)




SINOPSE



Este ano, o Natal não será o mesmo para Meg, Jo, Beth e Amy. O seu pai está a longe, a combater e a família passa por tempos difíceis. Mas apesar de serem pobres, a vida das quatro irmãs March é repleta de acontecimentos. Fazem jogos, encenam peças, estabelecem amizades, discutem, lutam contra os seus vícios, aprendem com os erros, ajudam-se em momentos de doença e decepção e envolvem-se em todo o tipo de sarilhos.







Mulherzinhas era o livro que estava na minha lista há anos e que ainda não tinha tido oportunidade de ler. Um fantástico talão de troca de uma prenda de Natal ofereceu-me Mulherzinhas e só tenho pena de não o ter lido mais cedo. Tão, mas tão bom que devia ser obrigatório ler. 

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Tempo

Se tenho uns minutos livres, algo para escrever e algo para ler, leio. Ler é sempre a prioridade. Não sei como é possível a quem não lê, escrever. Escrever exige-me a inspiração que a leitura me dá. Ler é tão natural como respirar, faz parte de mim. Escrevo para registar os momentos, leio para viver mais feliz.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Os meus livros #3 - Turbulência (Annette Herfkens)

Sinopse
 Quando a jovem Annette Herfkens, uma das poucas traders internacionais em Wall Street, e o noivo embarcaram no voo Vietnam Airlines 474 em Ho Chi Minh City, eram apenas dois passageiros que iam para uma escapadela romântica, alheios ao momento fatídico que destruiria os seus sonhos para sempre. O avião caiu numa montanha, deixando Annette presa na selva vietnamita como única sobrevivente. O que se seguiu foi uma incrível história de sobrevivência, mistério e espírito superior. Nesta história de vida, Annette descreve como sobreviveu oito dias sozinha na selva com apenas água da chuva para sustentá-la. Treze anos depois do acidente, Annette voltou ao Vietname para escalar a montanha, lançando uma nova luz sobre alguns mistérios que se mantinham desde essa altura. Através de flashbacks, Annette revela como usou as lições aprendidas na selva vietnamita para celebrar o seu filho autista na selva de Upper East Side, em Nova Iorque. Este livro inspirador quebra tantas fronteiras como a própria protagonista. Observadora atenta, Annette escreve com humor franco e mordaz sobre a perda, o amor, a resiliência e a espiritualidade de uma forma refrescante e terra-a-terra. O seu livro permite-nos conhecer a mente e o coração de uma verdadeira sobrevivente. 



Turbulência é um grande livro, não pela forma como está escrito, mas pela história que conta, surpreendente, verídica e aterradora. Turbulência descreve uma forma de ver a vida. 

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Não se enganam os livros

Escolho sempre, por altura do Natal, um livro para ser o primeiro do ano que se segue, normalmente um calhamaço, porque é uma semana em que tenho sempre um pouco mais de tempo, começo a ler o livro na semana das festas e deixo sempre as últimas páginas para o dia um, desta forma no primeiro dia do ano tenho sempre o meu primeiro livro lido. Desta vez escolhi Destinos e Fúrias, oferecido pela Su no meu aniversário e que ainda não consegui terminar de ler, foi um ano difícil no que a leituras diz respeito, acontece que mais uma vez não consegui, o tempo esgotou-se e Destinos e Fúrias é um livro para ler calmamente e saborear, foi assim que no dia trinta e um decidi começar com Noite, oferecido pela Joana no Natal e foi Noite que terminei de ler no primeiro dia do corrente ano. Não se enganam os livros, Destinos e Fúrias anda comigo, para ler com toda a calma que ele merece, Noite passou a passagem de ano comigo. Nunca faço resoluções de ano novo, mas o início deste ano fez-me pensar nos livros, no amor que lhes tenho e no pouco tempo que lhes dediquei no ano passado, talvez este ano eu tenha uma resolução, que não chega a ser ler mais, isso é o que todos decidem, talvez a minha resolução deste ano seja voltar a ser eu com os livros, a viver em páginas e histórias, a perder-me em letras e emoções. Não se enganam os livros e eles sabem que me fazem muito feliz. 

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Chuva, frio e paixão

No Sábado saí de manhã para pedalar e depois de umas subidas e de uns trilhos espectaculares começou a chover torrencialmente, o que me fez voltar para casa o mais depressa possível, completamente encharcada e com tanto frio que não o consigo descrever ou explicar. No Domingo voltei a sair bem cedo, à procura dos restos da neve e do granizo que caíram no sábado ao final do dia, lá em cima, no topo das minhas montanhas, desta vez sem chuva, o frio voltou a congelar-me o corpo, especialmente os pés, as mãos e o rosto desprotegido. Em ambos os dias cheguei a casa a tremer, de corpo frio, molhado, congelado, de sorriso no rosto e de alma quente. É paixão. 

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Os meus livros #2 - Hotel Íris (Yoko Ogawa)


Sinopse

Mari e a sua mãe são proprietárias de um pequeno hotel à beira-mar. É um hotel modesto, mas bem gerido e está quase sempre completo. Mari toma conta da recepção todas as noites e, como em todas as noites, a tranquilidade e o silêncio reinam no pequeno hotel. De repente ouvemse gritos, insultos — proferidos por uma mulher que sai agora do quarto de um dos seus hóspedes mais discretos. Mari fica impressionada com a cena e, inconscientemente, com a elegância e distinção deste homem quase velho, acusado dos piores desvios. Alguns dias mais tarde cruzar-se-á com ele na rua e começará a seguilo. O homem que inicialmente apenas a intrigou, tornar-se-á uma obsessão e objecto do seu desejo.

Hotel Íris conta uma história de amor sem limites entre a jovem Mari e o velho tradutor, transcendendo desta vez a atmosfera alusiva que caracteriza outras obras de Yoko Ogawa. 





Hotel Íris é um livro que prende e assusta, contando uma história não de amor como pode parecer, mas de obsessão. 

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Inventário

Esta casa tem uma Loira, duas bicicletas, duas gatas, uma colecção com cerca de noventa jerseys de ciclismo, centenas e centenas de meias e mais de duzentos e cinquenta livros.