terça-feira, 12 de maio de 2015

Cumprir a tradição

Chegados a Finisterra, depois de percorrer O Caminho e de atingir o marco do km 0, é preciso aproximar-se mais do mar e atirar para bem longe algo muito nosso, algo muito dos nossos, algo que transportamos connosco durante todo o percurso, algo escolhido antes de partir, com o carinho necessário. É preciso deixar para trás pesos desnecessários e coisas menos boas e levar para casa o coração cheio e a alma lavada. 

11 comentários:

  1. Fico sempre entusiasmada com novos regressos, limpezas de alma e afins... Gosto da sensação de liberdade/libertação que dá....

    Abraços

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  2. "É preciso deixar para trás pesos desnecessários e coisas menos boas e levar para casa o coração cheio e a alma lavada." Gosto disso!

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  3. Que maravilha! Daqui a duas semanas sou eu que me faço ao Caminho Francês. Adorei ler os seus posts sobre o Caminho. Serviram de inspiração e aguçaram ainda mais a vontade de partir :)

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  4. Acabei um livro há dias, cuja história se divide entre os Açores e Finisterra. Fiquei com muita vontade de visitar Fisterra (é assim que dizem os locais, não é? )
    Bons passeios, Loira! :-)

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    Respostas
    1. Sim, os locais dizem Fisterra. É um sítio lindíssimo e para quem vem do Caminho também mágico.

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  5. De cada vez que lá vais trazes melhores fotos =)
    É possível? lol

    Beijocas

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  6. Que maravilha... a foto, o sentimento, a inspiração... espero um dia poder fazer o mesmo... beijinhos.

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