sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Ás vezes sinto-me fantástica....
... hoje, por exemplo, consigo ter vários pontos de vista sobre um determinado assunto.... o meu, o meu e o meu...... incrível!!!!!
Happy birthday......
.... to me!
E, não fosse o facto de ficar mais velha, era bem capaz de me habituar a isto de ser mimada todo o dia com prendinhas, declarações, comentários nas redes sociais, sms e telefonemas.... pequeno almoço especial, almoço especial, jantar especial..... há dias em que nos sentimos importantes. Amanhã quero mais, pode ser???????????
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Vamos lá mudar de assunto...
... que esta lamechiche toda já me está a deixar enjoada.... não sei se foi por só agora ler o que escrevi ou por os seguintes factos: Estou farta de ver cupidos e corações para onde quer que olhe, quinta feira passada feliz da vida para fazer uma aula de ciclyng, que gosto mesmo, mesmo e a sério e cheguei lá e não é que há corações por todo o lado, nos espelhos, nas bicicletas, nos balções, no balneário, e lá vou eu sábado de manhã ( note-se bem que troquei a minha hora semanal de pintar as unhas ) ao body combat e desta vez, além de corações por todo o lado ainda havia balões, leram bem, balões em forma de corações, espalhados pelo chão.... Se estão a achar que na segunda quando cheguei ao ginásio já tinham mudado a decoração, também eu achava, mas enfim, devo ser só eu que estou pelos cabelos com os benditos corações, porque eles continuam lá. Esta semana, também ouvi a coisa mais romântica em toda a minha vida, isso mesmo, são as duas funcionárias da pastelaria onde tomo diariamente o meu café em diálogo, para quem quis ouvir:
- Vais jantar fora no dia dos namorados?
- Para quê? Para ter que ser eu a pagar?
Outra coisa que gosto muito ( nem imaginam ), é de discutir relações, principalmente nesta fase da minha vida, é que não me apetece mesmo nada, mas para onde quer que eu olhe, onde quer que eu vá, a conversa é sempre a mesma, será que toda a gente se lembrou de falar daquilo que não quero ouvir?????????????
E pronto, é assim o amor, salve-se quem puder.
Portanto, é oficial, vamos lá mudar o assunto deste blog e falar de coisas mais interessantes, ou não......
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
" Elogio ao amor "
Já perdi a conta a quantos mail's recebo diariamente, confesso que alguns nem os vejo e que alguns me divertem bastante, este deu-me vontade de o partilhar....
ELOGIO AO AMOR - Miguel Esteves Cardoso in Expresso
Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.
Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática.
O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.
O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes.
Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.
O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal.
Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida.
A vida que se lixe.
Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira.
E valê-la também.
Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática.
Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática.
O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental".
Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo.
O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes.
Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima.
O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal.
Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida.
A vida que se lixe.
Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder. Não se pode resistir.
A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira.
E valê-la também.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
AUSÊNCIA
Num deserto sem água
Numa noite sem lua
Num país sem nome
Ou numa terra nua
Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua
Sophia de Mello Breyner
In ‘Mar Novo’ (1958)
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Vive o momento!!!!!!!
Estão as duas sentadas no café, como fazem todos os dias, ali mesmo onde já se disseram tantas coisas importantes, tantas banalidades, ali, onde já se deram tantas gargalhadas e heis que sai da boca dela a expressão: " não tenho dúvida nenhuma que ele é homem da minha vida, se conseguisse ficar com ele, tenho a certeza que me acontecia o que já nos disseram um dia, ficava ansiosa por chegar a hora de ir para casa só para poder estar com ele, de certeza que era para sempre "... isto sim, a amiga nunca pensou ouvir de ninguém, muito menos dela, mas o que se pode dizer a uma coisa destas??? Acabe bem, acabe mal, ou nem sequer acabe, seja como for, acho que já valeu a pena só para poder sentir e dizer uma coisa destas... Resposta???? Gostava de ser capaz de um dia estar aqui sentada contigo e conseguir dizer e sentir uma coisa assim.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Virar a página....
Sem dúvida que tenho de comentar a expressão... " virar a página ", nestes últimos dias são já três vezes que o leio, três pessoas bem diferentes, mas cada um, tem sempre um motivo para querer virar uma página. Eu própria também já o quis, já desejei tanto virar uma página da minha vida. Ás vezes, não conseguimos fazê-lo, talvez por medo do que vem a seguir, ou simplesmente, porque gostamos tanto daquilo que vivemos, mas, ás vezes queremos desesperadamente virá-la e não conseguimos, sem entender muito bem o que nos prende ali. Quanto a mim, a única vez que desejei " virar a página " não consegui, apesar de todo o esforço, é isso mesmo, não consegui e então tentei relê-la, mas confesso que não foi boa opção. Quando olho para o livro agora, vejo simplesmente a página já virada, sem dúvida uma boa lição, não vale muito a pena o esforço de querer fazê-lo, o tempo encarrega-se dessa tarefa... nas minhas páginas, luto apenas para não me arrepender daquilo que faço, mesmo dos disparates....
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Para ti .........
Hoje o dia é especial... e o que torna os nossos dias especiais???? As pessoas. Bem, hoje o dia não é especial propriamente para mim, mas para ti.... e, como tu sabes, ultimamente ganhei um hábito maravilhoso de fazer declarações de amor.... Sem dúvida, se há alguém que merece as minhas declarações és tu, por isso tens direito a tantas... Mas esta também é especial, porque este ano sinto necessidade de dizer-te que seja aqui, mesmo ao meu lado ou a cem Kilometros ou a mil Kilometros de distância vais ser sempre ... a minha amiga, a minha confidente, a minha companheira de aventuras e de loucuras, a minha irmã.... Para ti, porque simplesmente, és tu, para ti porque me conheces melhor que ninguém, para ti porque te amo....
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Até Sempre......
Às vezes, aquilo que nós queríamos era que os que amamos ficassem sempre connosco, mas hoje, que partiste, restam-me as saudades e o nosso imenso amor, porque afinal, e como tu mesma dizias, até posso ter crescido, mas continuo a ser " a tua menina ".
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Nem eu sei....
"Se eu te pudesse dizer
Aquilo que nunca te direi,
Tu terias que entender
Aquilo que nem eu sei "
Fernando Pessoa
Aquilo que nunca te direi,
Tu terias que entender
Aquilo que nem eu sei "
Fernando Pessoa
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Enfim.... 2010!!!!!
Com 2010 acabadinho de chegar, heis que começam várias pessoas a fazer listas e promessas do que fazer no novo ano e a pensar em mudanças e em objectivos. Quantas vezes já ouvimos a expressão "Ano Novo, Vida Nova", bem, quanto a mim, essa parte da "Vida Nova", não se aplica, quero muito continuar com a minha vida de sempre, com mudanças e objectivos, como é obvio, mas isso da "Vida Nova", obrigar-me-ia a ser uma pessoa diferente e eu gosto de mim exactamente como sou e gosto de toda a aprendizagem de vida que tive até agora, por isso o que quero é continuar a aprender a viver com os meus erros, com os erros dos outros, com a minha vida e com a vida dos que me rodeiam. Na minha opinião, devemos sempre aprender qualquer coisa com as pessoas que passam na nossa vida.
Bem, mas como já estou a fugir um pouco tema, começa aqui a minha lista de objectivos para 2010:
- Quebrar regras ( muitas, muitas regras para quebrar... )
- Viver o momento ( aplicar os conhecimentos adquiridos em 2009, aproveitar o momento ao máximo e tirar partido de todos os momentos.... )
- Gritar bem alto ( bem, sem comentários )
- Rir incontrolávelmente ( uma boa terapia, sem dúvida )
- Viver ( no verdadeiro sentido da palavra, porque viver não é só estar vivo, "viver", é bem diferente, é ser livre para fazermos aquilo que realmente gostamos e queremos, para dizer aquilo que sentimos, para sermos felizes independentemente daquilo que se passa à nossa volta )
E... já chega.... são objectivos suficientes, claro que pertendo actualizá-los sempre que possível e sobretudo não pensar muito neles, só assim os poderei cumprir.....
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